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Conheça o que é orientação vocacional e qual a sua importância

accomplishment-ceremony-college-267885Por que fazer orientação vocacional

Existem diversas motivações para que o aluno busque auxílio de uma orientação vocacional no momento de fazer escolhas decisivas.

Dentre elas, a própria diminuição do risco de desistência na faculdade se faz uma justificativa interessante.

O processo da orientação vocacional pode contribuir para que tenha conhecimento suficiente sobre o curso e as características dessa carreira antes de se dedicar ao vestibular, matrícula, mudança de cidade, etc.

Além disso, a orientação vocacional é uma forte ferramenta para o auto-conhecimento. É uma chance de saber quais habilidades pessoais você mais valoriza e qual o tipo de atividade que mais te agrada na rotina diária.

5 ferramentas de coaching para ajudar na transição de carreira!

Enfrentar o desafio de fazer uma transição de carreira com sucesso é um dos motivos que leva muitas pessoas às sessões de coaching. Não é para menos: o coach tem amplos conhecimentos e recursos para auxiliar os profissionais nessa mudança.

Além de dispor de recursos estratégicos, o coach também tem a função de ajudar os seus clientes a identificar a origem da insatisfação profissional, apontar características limitantes, reajustar o perfil profissional e realinhar propósitos. Tudo isso é importante para ter certeza de que a mudança de carreira é realmente necessária e positiva.

Pensando nisso, apresentarei neste post algumas das ferramentas mais utilizadas em processos de coaching para quem deseja mudar de carreira. Vem comigo!

1. Ferramenta tríade do tempo

A tríade do tempo foi criada pelo brasileiro Christian Barbosa, autor de diversos best sellers. É adotada como estratégia de produtividade tanto por pessoas que desejam maior equilíbrio em suas vidas quanto por organizações que desejam otimizar os seus processos.

De acordo com esse conceito, o tempo pode ser categorizado de acordo com a urgência, a importância e a circunstância. É pautado, principalmente, na divisão criteriosa de atividades de acordo com a relevância de cada uma.

Para fazer essa classificação pede-se ao cliente que dê uma nota de 1 a 4 para uma série de perguntas sobre os seus hábitos sociais, pessoais e profissionais. A partir da contabilização desses dados é possível obter a porcentagem de cada esfera da tríade.

É viável prestar atenção também às tendências para a procrastinação e o desperdiço de tempo em atividade — como acesso à rede social. Essa ferramenta é válida para tornar o processo de transição de carreira mais organizado, garantindo que todos os recursos estão sendo aproveitando em sua totalidade.

Em um processo como esse, é necessário maior esforço que o habitual. Sobretudo, em ocasiões em que é necessário conciliar o trabalho atual com o projeto paralelo de mudança.

2. Metodologia SMART

A metodologia SMART foi desenvolvida por um dos grandes nomes da administração moderna: Peter Drucker. Trata-se de uma ferramenta flexível que pode ser usada em diferentes contextos. Sua principal proposta é tornar a elaboração de metas uma tarefa estratégica. Para isso, o objetivo deve:

Ser específico (S)

A meta deve ser precisa. Se o objetivo é elevar o nível de felicidade profissional, por exemplo, quais medidas concretas serão tomadas?

Ser mensurável (M)

As tarefas que levarão a determinado fim devem ser transformadas em metas quantitativas: elas precisam ser medidas por números para que haja certeza de que foram alcançadas e provocaram mudanças reais.

Se uma pessoa busca conhecimento sobre uma nova área de atuação, por exemplo, ela pode definir que lerá 4 livros por mês.

Ser alcançável (A)

Tornar uma meta alcançável é encontrar maneiras de adaptá-la à realidade de cada pessoa. Para isso, elas podem ser divididas em pequenos passos de acordo com os recursos e as dificuldades de cada indivíduo.

Ser relevante (R)

Para que a pessoa envolvida em um determinado projeto permaneça motivada ao longo do tempo, é preciso que as metas definidas sejam particularmente relevantes. Para tanto, elas devem evocar o seu senso de propósito.

Ter um tempo determinado (T)

Além de cada meta ser específica, mensurável, alcançável e relevante, ela deve ter um tempo de desenvolvimento determinado.

3. Inventário de interesses de Holland

De acordo com Holland, as pessoas podem ser classificadas de acordo com seus interesses profissionais. Os perfis se dividem em: realista, investigativo, artístico, social, empreendedor e convencional.

Uma pessoa comum tem a predominância de três desses traços. Por isso, a combinação dessas 6 dimensões cria perfis profissionais diferentes, em que um traço se torna auxiliar do outro.

O tipo ISE, por exemplo, demonstra capacidade investigativa, gosto pela pesquisa, preocupação social e espírito empreendedor. Essa ferramenta pode apoiar o profissional de coach na etapa de identificação dos motivos que levam uma pessoa a procurar por uma transição de carreira.

Ela também pode potencializar os pontos positivos das suas características dominantes. Além disso, se os objetivos do cliente não estiverem claros, o RIASEC ajuda na percepção do ambiente de trabalho ideal.

4. Descrição do trabalho ideal

Esse exercício ajuda o coachee a esclarecer as suas expectativas sobre a carreira que objetiva. Por meio da descrição de um ambiente de trabalho ideal é possível identificar se uma transição de carreira é realmente a melhor solução ou se o melhor caminho é tentar um reajuste no trabalho atual.

Além disso, essa atividade mostra o nível de complexidade que será enfrentado na recolocação profissional, que pode significar apenas uma mudança de área de atuação ou o início de uma nova carreira.

5. Âncoras de carreira

Esse termo foi cunhado por Edgar Schein, psicólogo suíço e criador do conceito de cultura organizacional. As âncoras de carreira podem ser definidas como as motivações que toda pessoa tem para estar em um determinado trabalho.

Uma âncora é uma característica prioritária da vida profissional de um indivíduo e, por isso, é fundamental para que ele decida permanecer ou não em um emprego. Além disso, uma delas é sempre dominante perante as outras e cada pessoa tem a sua própria hierarquia:

  • segurança e estabilidade (SE);
  • estilo de vida (EV);
  • criatividade empreendedora (CE);
  • competência técnica e funcional (TF);
  • serviço e dedicação à uma causa (SD);
  • autonomia e independência (AI);
  • puro desafio (PD);
  • competência de gerenciamento geral (CGG).

Esse conceito pode ser muito útil para auxiliar um processo de transição de carreira, já que permite identificar com clareza o cerne da motivação para a mudança e garantir que a motivação essencial seja alcançada no final do processo.

As ferramentas são utilizadas no processo de transição de carreira para diversos fins: desde autoconhecimento até planejamento de metas e busca do emprego ideal. Por isso, esse tipo de recurso é muito diverso, sendo do coach a responsabilidade de identificar e recomendar as alternativas mais adequadas para cada caso.

Gostou da nossa conversa e quer colocar essas informações em prática? Então, não deixe de ler o meu artigo sobre como um coach pode auxiliar pessoas no momento de transição de carreira. Até breve!